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Mulher no volante, perigo constante! Será?

Mulher no volante, perigo constante! Será?

// Por Wilson Pereira de Lelis

Na sociedade de hoje, o universo feminino tem conseguido avanços inimagináveis pelas mulheres trabalhadoras da fábrica de tecidos que morreram carbonizadas ao reivindicar melhores condições de trabalho, em 08 de março de 1957 na cidade de Nova York. Avanços, muitas vezes, considerados ínfimos foram extremamente significativos para o atual retrato da sociedade, como o direito ao voto, jornada de trabalho igual à jornada masculina, licença maternidade, direito de freqüentar curso superior.

O que vemos, são mulheres batalhadoras, que estudam, são mães, sustentam famílias (sim! Segundo o programa A Voz do Brasil, 65,5% dos lares brasileiros são sustentados por mulheres) que trabalham para mostrar que têm o mesmo potencial que os homens para desempenhar qualquer atividade, mesmo aquelas antes masculinas, como a construção civil, hoje também são desempenhadas por mulheres e, muitas vezes com mais qualidade e acabamento melhor, com mais capricho.No trânsito não poderia ser diferente. A mulher entrou para ser mãe: levar os filhos na escola, buscar na casa do colega, facilitar as compras do mercado e, com o passar do tempo, foi conquistando seu espaço. Hoje, o que se vê são mulheres atrás do volante não só para ser mãe, mas para sustentar a família. São motoristas de ônibus, táxis, lotação, moto girl... E pelos dados estatísticos, podemos ter a certeza que mulher e trânsito foi uma aliança que deu certo.

De acordo com o site Trânsito Web, para cada 4 homens, 1 mulher se acidenta no trânsito - número bastante significativo. Podemos atribuir essa disparidade (além do fato de haver mais homens motoristas do que mulheres), à atenção e ao cuidado que a mulher faz questão de ter, inclusive, ao dirigir - intrínsecos na natureza feminina. Não é à toa que o seguro de automóveis de mulheres chega a ser 20% mais barato em relação ao carro cujo proprietário é um homem.

As mulheres tendem a praticar a direção defensiva e a ter mais paciência no trânsito, assim como nos demais eventos do dia-a-dia. Nessa questão inclusive, há a natureza masculina, que por si só é competitiva.

No trânsito, essa competitividade manifesta-se através do comportamento agressivo, diria até inconseqüente por parte de alguns, ao "costurar" entre os carros, fazer manobras arriscadas e chamar a atenção de todos com uma buzinada estupenda pela falha de um terceiro. O futuro do trânsito, todos sabemos, depende da educação; a falta dela resulta no trânsito como um ambiente estressante, sem vida. Porém, podemos investir nessas trabalhadoras, cuidadosas mulheres que educam seus filhos. Todos sabemos que a educação através do exemplo é a melhor forma de ensinar uma criança e, com o trânsito, certamente, não será diferente.

No dia de hoje, não poderíamos deixar de dar parabéns a todas essas mulheres que dão exemplo no trânsito e mostram que mulher no volante é cuidado constante!

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